Blog do Inácio Araújo

Arquivo : September 2011

A TV sem imagens
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Inácio Araújo

Sintonizo no rádio (na rádio Estadão/ESPN) um programa que conheço da TV, o “Sportscenter”.

Minha primeira reação é imaginar que se trata de um correlato, isto é, algo com o mesmo objetivo (resenha de acontecimentos esportivos do dia) e mesmo nome, mas feito para o rádio.

Não custo a notar que, afinal, aquele programa e o da TV poderiam ser quase idênticos. Há a voz do locutor, a do comentarista, ou a de um repórter e de seu entrevistado. Momentos de música.

Percebo, por fim, que se trata do mesmíssimo programa.

É curioso o papel jogado pela música: no rádio ela é uma espécie de respiro, de “silêncio das palavras” abundantemente usadas, enquanto na TV elas ilustram imagens.

Tudo é muito rápido: a música não dura mais do que alguns segundos, senão o programa seria musical, é óbvio.

O que eu quero notar é que, basicamente, a TV brasileira, em muitos momentos, ainda é inteiramente dependente do rádio. Com algumas pequenas mudanças seria possível passar uma novela ou um noticiário no rádio, pois a base de tudo são as palavras.

As imagens são o supérfluo da TV, a ilustração.

Graça e grosso

Vi muito poucas vezes e por poucos segundos o “CQC” da Bandeirantes, que me afugenta de imediato por causa do ruído muito alto.

Mas não me espanta a revolta de Ronaldo, o ex-jogador, o Fenômeno, com vulgaridades ditas a respeito de uma conhecida.

Me espanta que essas vulgaridades, ditas a todo instante nos programas de humor “jovem” (isto é, este e aquele outro, cretiníssimo, da Rede TV!), sejam normalmente assimiladas como coisas normais.

Existe um absoluto desconhecimento do limite entre a graça e o grosso, entre achado e vulgaridade. Pode ler ou ouvir o Simão, por exemplo: ele corteja a grosseria, mas nunca a invade.

Ok, eu e o Simão somos velhos. Mas o Ronaldo F. não é. E quando a coisa se virou para o lado da amiga dele, chiou. E diz que aí a direção da Bandeirantes chamou a atenção do cara.

Mas, caramba, até então eles não tinham notado nada?

CQC

Mas é tudo um pouco esquizofrênico, é preciso notar.

Um dos rapazes do CQC fez, há não muito tempo, um programa magnífico com um usuário de crack. Coisa relevante.

Som de vanguarda?

A única coisa que conta na TV é audiência. Acho que o mesmo rapaz se interessa muito mais por fazer programas como esse sobre o crack do que por ficar naquela barulheira.

E há o apresentador central, que um dia foi o mais que interessante Repórter Varela. A mim, em todo caso, interessava muito mais o que fazia então.

Os programas de humor “jovem” não me parecem herdeiros nem do rádio, nem da revista, nem de parte alguma. Não têm imagem e o som é inaudível.

Em todo caso, eu gostaria de um dia gravar a banda de som de um deles e só escutar. Será, talvez, uma sonoridade de vanguarda?


Morre Marlene França, musa do cangaço
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Inácio Araújo

O terrível no cinema é o anonimato de certas mortes. A de Marlene França se deu na sexta-feira.

Talvez eu, com tanto a fazer, tenha lido jornais e internet sem grande atenção. Mas só vim a saber do fato pela newsletter do Marcelo Pestana & Carlos Cirne, onde o Alfredo Sternheim publicou um belo artigo. Depois chegou o Almanaquito da Rosário e a devida confirmação.

Caramba, o que é ingrata a nossa cultura. Houve um tempo em que o simples nome Marlene França chamava espectador ao cinema, garantia um retorno.

Era boa atriz, também foi diretora de muita iniciativa, e antes disso trabalhou como continuísta, quer dizer, conhecia também funções técnicas. E boa pessoa (digo tendo a conhecido muito pouco, mas não faltam confirmações a respeito).

Num cinema onde a presença feminina era quase sempre restrita a papéis secundários (exceto como atriz, claro), ela foi uma dessas que abriu caminho, com um trajeto político, inclusive. Mas é sobretudo como atriz que se destacou. Dos filmes dela, montei “A Noite do Desejo”, que era um bom filme antes que a censura retalhasse. E ela aparecia muito bem ao lado de Ney Latorraca, Roberto Bolant e Betina Viany.

Lembro de quando Alfredo Palácios morreu. Eu recebi a notícia uns quatro dias depois. Não dava mais para publicar no jornal (era o que existia naquele tempo). E era uma pessoa adorável, o Palácios, além de muito relevante para o cinema paulista.

Bem, agora, com o blog, ao menos é permitido chegar atrasado. Aqui estou.

Marcus Mello comunica o lançamento de uma nova revista eletrônica: Orson

Belo nome encontrável desde 21/9 no seguinte endereço: http://orson.ufpel.edu.br

A publicação vem da Universidade Federal de Pelotas e a abordagem é universitária (isto é, aberta a professores e alunos de cinema e audiovisual de outras universidades, inclusive).

Vale a pena dar uma olhada, porque na base está a bela tradição crítica do Rio Grande do Sul.

O Cinema Silencioso

“Viagem ao Cinema Silencioso no Brasil”, editado e muito mal distribuído pela Azougue, está mal ou bem em circulação.

Reúne os pesquisadores que se reunem há uns dez anos na Cinemateca para estudar os filmes mudos brasileiros (os que restam…), iniciativa do Carlos Roberto de Souza que depois deu na “Jornada do Cinema Silencioso”, que já tem, salvo erro, cinco edições, uma por ano.


A Cinemateca reage
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Inácio Araújo

O que quer que esteja acontecendo na Cinemateca Brasileira parece legal.

Depois de anos de letargia aparece ali, em seguida, uma mostra Claude Chabrol, emendando com outra dedicada a Yoji Yamada (a começar, esta, no dia 25).

É claro que, hoje, o papel de difusão da Cinemateca sofrerá um pouco com a viva concorrência do CCBB, que já estabeleceu uma bela tradição na área (só recentemente trouxe retrospectivas John Ford, Minnelli, Hitchcock, e agora virá Cronenberg, para falar dos que me lembro de imediato).

E a dos filmes baixados na internet. É verdade que esses últimos existem para um prazer solitário. Ainda que sejam trocados, etc., falta esse poder único da sessão em conjunto, da conversa ou discussão que se segue.

É a esse papel de agregador que a Cinemateca renunciou há muito tempo, com vários pretextos que não vêm ao caso.

Porque à necessidade óbvia de preservar corresponde a questão imediata: preservar para quê?

O único sentido da preservação é a difusão da cultura cinematográfica. Do que vale guardar filmes “para o futuro”? E, conforme a célebre pergunta lançada a um conservador da Cinemateca britânica: “Quando começa o futuro?”.

Tenho para mim que essa coisa de ficar fechada em si mesma corresponde a um gosto meio sectário, coisa de não venha mexer comigo, não venha aqui me aborrecer. Bem, isso me parece um equívoco sem fim. Porque cinematecas não existem para dar acesso a pesquisadores universitários, mas para todo moleque fuçador que aparece por ali. Eles é que fazem a vida da coisa.

É bom ver a ficha caindo e a Cinemateca Brasileira se dando conta de que, com aquela bela sala do BNDES reservada da reuniões burocráticas do MinC, cedo ou tarde alguém ia se perguntar para o que serve essa estrutura toda.

Não menos animadora é a Sessão Cinemateca Brasileira, exibida, salvo engano, sexta e domingo na TV Justiça.

Eu encontrei por acaso, porque gosta de zapear. A divulgação é nula. Nem no site da Cinemateca se encontra nada.

Haverá alguma razão para a sessão ser clandestina?

Ali passaram recentemente preciosidades como “A Dupla do Barulho” e “Barravento”, entre outros. Coisas que não se deixam ver habitualmente.

O repertório é grande. A necessidade de remexer a história do cinema brasileiro, de encontrar coisas ignoradas, de revalorizá-las é muito grande também.

Machado, o claro

Estranho anúncio da Caixa Econômica, no qual Machado de Assis surge como correntista da instituição.

Mas o Machado da Caixa, que caminha num Rio que transpira bem-estar, é muito do branco, quase pálido. Machado não era mulato até pouco tempo atrás?


Conan, a barbárie
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Inácio Araújo

O que é a refilmagem de “Conan, o Bárbaro” a não ser um conclave de gente feia, muito feia, massacrando os outros?

Nada a ver com a primeira versão, de John Milius, com Schwarzenegger, onde se ia ao reencontro dos valores físicos do guerreiro, do conquistador, etc. Podia ser reacionário (Milius é o que há de direitista), mas estava longe de ser idiota.

Tenho a impressão de que há uma crise de idéias pesada em Hollywood. Ou antes, as melhores cabeças estão se dedicando às séries de TV.

O novo “Conan” parece um triunfo da falta de imaginação combinada com o elogio da brutalidade em suas formas mais repulsivas.

Aliás, parece bem de acordo com o novo marco civilizatório dos esportes, que são essas lutas desumanas agora em voga.


Coisas que não entendo nada
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Inácio Araújo

Uma coisa muito boa é falar de coisas que a gente não entende nada. Isso está naquela música formidável do Adoniran (com Carlinhos Vergueiro, se não me engano enormemente), em que os peões de obra vão almoçar conversando de coisas que nóis não entende nada.

Então de vez em quando vou falar de alguma. Futebol, para começar. Cada vez que abro a boca aparece alguém mandando eu falar de cinema de novo. Ok, chegaremos lá.

Vou avisando que não sou nenhum Juca, ou Tostão, ou Helena, mas também não sou tão alheio assim ao assunto.

Estou fascinado pelo Palmeiras. A única coisa que os cartolas de lá querem é se trucidar. Não importa reconstruir o estádio, ganhar o campeonato, nada, desde que o rival se afunde.

Talvez por isso o clube precise de uma entidade acima dele. A Parmalat teve esse papel e, na época, eles só ganhavam. Os dirigentes não tinham voz nenhuma.

Bem, agora não tem Parmalat, o time só entra pelo cano e todo mundo briga com todo mundo.

O Felipão percebeu uma coisa: que ele tinha que fazer esse papel do cara que está acima da diretoria. Ele é uma unanimidade. É um palmeirense típico, com aquele jeito de italianão duro, meio grosso mas simpático.

A torcida o adora porque percebe que é um torcedor mais que um profissional. Tem uma fidelidade ao clube que não é meramente profissional. E mesmo quando impõe o Luan, a torcida chia mas aguenta, até porque sabe que ele sabe o que faz.

Os cartolas o engolem porque sabem que nenhum outro técnico os aguentaria por muito tempo (sem falar que o time anda bem meia-boca). E outro técnico seria outro motivo de briga entre eles, que no momento já estão afundados em dezenas de outras disputas.

É claro, tudo isso não evita tensões. Sobretudo agora, quando o time está perdendo. Que o técnico possa sair (ou cair, tanto faz), sem dúvida.

Mas isso leva ao Palmeiras o perigo de entrar em um período francamente caótico, de lutas fratricidas ainda mais pesadas. Porque me parece que nenhum outro treinador teria condições de substituir essa instituição exterior que controla o clube, controla a cartolagem e bota a coisa para andar.

Estão aí meus palpites nessa área tão estranha. E corro de volta aos filmes, que ninguém fique preocupado demais.


Poética da insignificância
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Inácio Araújo

O que me irrita em uma parte dos filmes brasileiros é uma espécie de insignificância programada que resulta em, por exemplo, “O Homem do Futuro”.

São quase duas horas dedicados a, basicamente, não ter o que dizer. Imita-se bastante. No caso de “De Volta para o Futuro”, quase desavergonhadamente, no de “Carrie, a Estranha”, moderadamente.

Mas não é esse, em definitivo, o problema do filme. Imitar aqui e ali faz sentido. O que não faz sentido é fazer da protagonista uma garota com cara e jeito de cheerleader. Ou fazer Wagner Moura ir e voltar no tempo, fazer do tempo uma espécie de ioiô inconseqüente.

Depois dessa enfadonha passagem por uma estética de comercial velho misturada a superprodução laboriosa ficamos sabendo que, na vida, melhor é não voltar no tempo, é deixar tudo como está etc.

Até podia ser. Mas como se volta a 1991 sem captar nada daquele momento? O que vivíamos: Collor, entre outras. Nada está lá. Nada.

O essencial, de acordo com o filme, é que, sabendo tudo o que vai acontecer no futuro, o ex-cientista ganhar rios de dinheiro na Bolsa de Valores. Um sonho brasileiro: a informação exclusiva, “insider”.

Eu disse que nada há de 1991, de Collor. Há uma coisa: Collor fez a liquidação do cinema brasileiro como que para garantir que qualquer cinema futuro fosse mais ou menos como “O Homem do Futuro”, isto é, nada. Parece que não foi em vão.

Prosaico e simpático

Já “Larry Crowne – O Amor Está de Volta” conquista minha simpatia pelo simples fato de colocar em relevo coisas como a busca do conhecimento e a leitura (em livros).

Em livros, isto é, existe uma implícita condenação dos celulares, dos games, da internet. De tudo o que é dispersivo, nos entope de conversas supérfluas, nos oferece o vazio.

No mais, o filme é mais uma comédia romântica em que Julia Roberts namora um cara que em princípio seria inatingível para ela.

É o forte de Julia. Toda hora está envolvida numa história desse tipo. Ou é uma estrela que transa com um livreiro, ou uma prostituta por quem o cliente rico se apaixona etc. Aqui ela é uma professora durona em crise matrimonial e às voltas com um Tom Hanks também muito simpático.

Talvez não vá muito longe em seu prosaísmo, mas é bem digno. Será um filme para ver no DVD? Pode ser. Mas quem cair nele por falta de lugar no “Lanterna Verde” acho que não vai sair perdendo.


Outra lição argentina
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Inácio Araújo

Assim como tratamos com leniência (quando não com entusiasmo) nossos torturadores, tratamos com desprezo (quando não a marretadas) a cultura, e na cultura, o cinema em particular.

Já os argentinos, que encanaram não só pequenos torturadores, como os dementes que tomaram o poder no país a horas tantas (os Videla, Gualtieri e que tais) estão lutando para dar um golpe na absurda desconsideração com que é tratado o cinema.

Como informa hoje Sylvia Colombo, agora correspondente da Folha na Argentina, eles estão baixando uma norma (quem faz isso é o INCAA – Instituto Nacional de Cinema e Artes Audiovisuais) segundo a qual o filme que entrar em mais de 40 telas terá de pagar uma taxa de exibição. A progressão é geométrica. Com 40 paga o equivalente a 300 ingressos, com 80, a 1200 etc. Isso em Buenos Aires. Nas demais províncias a taxa será menor.

Não entendi se a taxação é por filme, por semana, por mês. Mas entendo que, na pior das hipóteses, instaura uma maneira de a produção de blockbusters fomentar a de filmes locais.

Não seria pouco. Mas o peso moral da medida me parece bem maior.

O cinema, como eu disse acima, tem sido tratado como um assunto “de mercado” (inclusive, ou sobretudo, no Brasil). Isso é quase mundial. Foi uma vitória da nova Hollywood: fazer o espectador esquecer que aquilo ali significa mais do que o peso das moedas no caixa da lojinha (que, claro, tem sua importância). Cinema passou a ser uma coisa para “esfriar a cabeça” no fim de semana. Que nem ver programa de variedades na TV, só que fora de casa, para variar.

De quebra, come-se aquele balde indecente de pipoca, acompanhado por um copão indecente de Coca e alimenta-se a obesidade nacional.

Bem, cinema não é só isso, concordará quase todo mundo, ao menos quem acompanha o blog.

Mas o hábito de ver blockbusters e 3D em profusão acaba por confundir mesmo cabeças capazes.

À força de não esperar nada do cinema, quando aparece um “A Árvore da Vida” pela frente, confunde-se tudo. E a criação de tudo é confundida com imagens da National Geographic. Mas não é. Reclama-se (repito: não são tontos, são pessoas que considero) que podiam cortar aquilo tudo, reduzir aquilo tudo a umas poucas imagens.

Ok. Podiam. Mas se não cortaram deviam ter algum motivo.

O primeiro deles, me parece, é que a principal diferença entre as imagens daquele filme e os da National Geographic é, justamente, de “timing”. A TV nos ensinou que as coisas devem ser “entendidas”. Você viu uma paisagem o bastante para entender do que se trata, fim. Corta.

Bem, só que no filme do Mallick se trata da criação do universo. Não basta estender uma faixa e dizer: “e o mundo apareceu”. Não é bem assim. Deve-se sentir, experimentar a coisa em sua duração.

Isso é uma digressão, mas não à toa. Quero dizer que uma medida como essa da Argentina nos serviria muito, nos desviaria dessa dieta intragável de filmões raramente interessantes.

E mostraria, como querem os argentinos, que existe outra coisa no mundo das imagens em movimento além de super-heróis. Acredite: existe.

Nosso problema, aqui no Brasil, é que a Ancine, agência de regulação do cinema, está de mãos e pés atados aos blockbusters.

O cinema é objeto de eterna desconfiança. Ele precisa fazer sucesso. Se o filme não faz um montão de ingressos é porque é feito por uns vagabundos e, pior, esquerdistas.

Então, filme bom é aquele que faz sucesso. E filme que faz sucesso é, geralmente, aquele distribuído pela Globo Filmes, porque tem os atores famosos e anúncios na Rede Globo.

Então o nosso padrão virou essas coisas muitas vezes repugnantes, não só esteticamente, mas eticamente também, como aquela besteira sobre um sex shop, que é sem dúvida um dos pontos mais baixos do imaginário nacional desde os tempos de José de Anchieta (o padre, não o cenógrafo).

Então, a Ancine, na hora em que a cobrança aumenta, apresenta os números. Números. Está aqui. Não sei que filme, tantos milhões. Não sei qual outro, tantos milhões. O cinema merece existir. Substituição de importação. Essa besteirada toda.

Mas o espectador que se estraga no mau filme estrangeiro não se estraga menos no mau filme nacional. Se ele acha que o sumo da arte cinematográfica é A Mulher Invisível ou O Divã não adianta na semana seguinte entrar um bom filme, um Mallick, um Cronenberg, um Oliveira – ele simplesmente não reconhecerá aquilo, verá naquilo uma coisa estranha.

É por isso que essa medida é mais uma lição argentina. É por isso que o cinema argentino conta para a cultura do país e para o nosso o brasileiro é quase sempre insignificante (para recordar Gustavo Dahl). O brasileiro ou, sejamos francos, o mundial.

Correspondência

Não, ao contrário do que possa parecer, não abandonei o hábito de responder aos comentários. É que o novo sistema do blog se mostrou bem complicado, por um lado.

Por outro, andei usando dados errados nas respostas e essas nunca chegaram a seu destino.

Sofro de falta de tempo crônica, mas gosto que o blog seja um lugar de correspondência, de troca. Desculpem de todo modo.

Foi implantado um sistema novo e parece que a coisa vai melhorar.


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